Os drones já existem há muitas décadas, com aplicações que variam desde operações militares até gravações de videoclipes musicais.

No entanto, foi apenas nos últimos anos que eles realmente ganharam popularidade entre os cidadãos comuns e as empresas. Isso não é para menos: o uso dos drones possibilita uma série de vantagens importantes para todos.

Quando falamos de empresas, é possível utilizá-los para inspeções de estruturas, monitoramento, manutenção e várias outras atividades que auxiliam na segurança do trabalho.

O seus procedimentos são práticos, eficazes, confiáveis, rápidos e seguros. Além disso, eles minimizam os erros humanos e reduzem custos. Sem contar que deixam a tomada de decisão bem mais efetiva.

Logicamente, nada é perfeito. Apesar de todos esses benefícios, os drones podem apresentar risco operacional. É isso que decidimos explicar melhor neste post. Entenda sobre a Anac, suas normas e os perigos dos drones a seguir.

 

Quais são as normas da Anac?

 

O risco operacional oferecido pelos drones começou a chamar atenção depois que as operações do aeroporto de Congonhas tiveram que ser interrompidas devido à presença de um drone no local, atrapalhando todo o tráfego de aviões.

Pode ser que muita gente não saiba, mas a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou uma série de normas específicas para estes veículos aéreos não tripulados.

Isso é importante para colaborar na prevenção de acidentes e elevar a segurança das ações.

O regulamento está seguindo os padrões de autoridades aeronáuticas renomadas que vêm da Europa e dos Estados Unidos. É por isso que as aplicações com drones, tanto recreativos quanto industriais, precisam seguir as novas normas.

Para facilitar o entendimento, a norma da Anac dividiu os drones em dois tipos: o aeromodelo e o RPA (sigla para Aeronave Remotamente Pilotada).

Eles devem ser operados em locais que tenham pelo menos 30 metros horizontais longe de indivíduos que não estejam participando da operação.

Além disso, o piloto remoto apenas poderá controlar um drone por vez, para que assim ele tenha mais precisão e evite acidentes.

O RPA ainda foi separado em mais três subcategorias as quais envolvem o peso máximo da aeronave para a decolagem, o fato de terem incluso o combustível e a bateria e a possibilidade de terem adição da carga que poderá ser levada.

Operações próximas aos aeródromos precisam de uma autorização especial prévia e, se não estiverem com ela, correm o risco de serem denunciadas por qualquer um que visualize o drone perto da área.

 

Qual é o maior risco do drone?

Os riscos mais citados são de que os drones podem atrapalhar o tráfego ou outras atividades locais, assim como podem acabar caindo, machucando pessoas no caminho.

No entanto, existe ainda uma outra possibilidade mais grave: o choque no ar. É importante dar um destaque para isso, pois os acidentes causados pelo choque no ar com o RPA podem chegar a ser fatais.

Afinal, para você ter uma ideia: o impacto de um modelo com peso acima de 135 kg é igual ao de duas aeronaves.

Portanto, é preciso levar as operações com drones mais a sério e não achar que só porque você tem um controle remoto a vida é um videogame. O risco operacional é uma realidade.

Se quiser saber tudo o que a Anac tem a dizer sobre os drones, pode clicar AQUI e ficar por dentro de todas as últimas informações.

Já sabia desses riscos envolvendo o RPA? É essencial se prevenir e seguir as normas para poder aproveitar suas várias vantagens da melhor forma.